Arquibancadas da Arena Amazônia começam a ser instaladas neste mês

As arquibancadas da Arena Amazônia devem ser instaladas ainda no mês de julho. A previsão segue o cronograma de obras com a instalação das primeiras vigas de sustentação das arquibancadas inferiores do estádio. A primeira seção com uma viga foi montada na última terça-feira (12) como “teste”.

quinta-feira, 14 de julho, 2011 - 12:16
n


A previsão é que até o fim do mês as vigas passem a ter três seções com peças que medem aproximadamente sete metros e pesam nove toneladas. A construtora Andrade Gutierrez, responsável pela obra, aguarda a chegada de uma grua para realização do encaixe das peças com mais precisão e rapidez, segundo o coordenador da Unidade Gestora da Copa Manaus (UGP), Miguel Capobiango.
Até o final deste mês os degraus das arquibancadas devem começar a ser instalados. Capobiango explicou também que o processo de instalação das vigas está dentro do cronograma, mas os primeiros testes foram antecipados para aproveitar o verão amazônico. “Nosso verão este ano chegou mais cedo, então conversamos com os engenheiros da construtora para aproveitar e de certa forma antecipar os testes, assim, quando a grua chegar, só vai acelerar o trabalho”, disse Capobiango.
De acordo com a assessoria de comunicação da Andrade Gutierrez, já foram fabricadas 23 vigas e 253 degraus, que representam 10,22% do total de 2.476 necessários para a arquibancada inferior. Além disso, 1.661 de um total de 2.597 estacas também estão prontas. Até o momento, foram instaladas cinco seções de vigas no setor leste da arena.
Empregos
O número de operários contratados para trabalhar nas obras da Arena Amazônia também chama atenção. Atualmente, 582 operários trabalham na construção. De acordo com levantamento da UGP, cem novos trabalhadores são contratos a cada mês. A expectativa é que até o fim do ano mil operários estejam executando os trabalhos.
Recursos
Até o momento, o governo estadual empregou R$ 37 milhões nas obras da Arena Amazônia. Outros R$ 11 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) também foram usados para pagar o projeto executivo. Segundo Capobiango, o projeto foi entregue pela construtora à Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinf). Em seguida, ele será enviado ao BNDES para a liberação do restante do empréstimo para a construção.

Fonte: Portal Amazônia

Veja mais