O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços cresceu 0,35%, abaixo da alta de 0,41% registrada em junho. O grupo materiais e equipamentos avançou 0,37%, e dois dos quatro subgrupos desaceleraram: materiais para estrutura, que passou de 0,45% em junho para 0,35% em julho, e materiais para acabamento, que foi de alta de 0,60% para avanço de 0,30% em igual intervalo.
O índice relativo a serviços passou de alta de 0,37% em junho para crescimento de 0,25% em julho, com destaque para o subgrupo aluguéis e taxas, que foi de alta de 0,52% para avanço de 0,28%.
O grupo mão de obra avançou 0,84%, bastante abaixo do crescimento de 2,46% registrado um mês antes. Em Porto Alegre, este grupo registrou variação de 8,06%, por conta de reajustes salariais ocorridos em função da data base.
Em cinco capitais o custo da construção cresceu menos em julho na comparação com junho: Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em sentido oposto, Salvador e Porto Alegre tiveram aceleração de preços.
O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Fonte: Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea




