Semana de Ciência e Tecnologia debate mudanças climáticas na Amazônia

Manter a floresta preservada é sinal de qualidade de vida para a população atual e também para as gerações futuras. Este é um dos eixos discutidos pela oitava Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

terça-feira, 18 de outubro, 2011 - 12:57
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As mudanças climáticas influenciam diversos setores da sociedade, mas o que muitos esquecem é o fato de elas estarem ligadas a ação do homem. Este é um dos eixos discutidos pela oitava Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. As atividades da Semana iniciaram nesta segunda-feira (17) e vão até sexta-feira (21), em instituições de ensino e centros de pesquisa.  A Amazônia esteve em destaque durante o primeiro dia do evento, no auditório do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Campus zona Leste.Durante o encontro, os palestrantes discutiram que manter a floresta preservada é sinal de qualidade de vida para a população atual e também para as gerações futuras. Para o diretor do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, pequenas interferências no meio ambiente provocam um ciclo de destruição. “Se nós destruirmos o equilíbrio ecológico das florestas, o ciclo das águas será prejudicado. Prejudicando as águas, prejudica-se o ciclo das chuvas e com isso perdemos até a capacidade de fazer com que a umidade do ar se distribua e possa irrigar outras regiões do País”, enfatizou.Outro ponto debatido no evento está ligado ao lixo. Segundo especialistas, parte dos resíduos pode ser utilizada como adubo. De acordo com o professor do ifam, Valdely Kinupp, as folhas são um exemplo disso. “O destino dessas folhas é ficar no próprio local como isso condiz, como o caso dos jardins públicos e particulares, como fertilizante. Outro destino é levá-las para outras áreas e transformá-las em composto porque essas folhas são riquíssimas em macro, micronutrientes, potássio, cálcio e fósforo. Quando elas são queimadas, esses nutrientes, que foram fixados pelas plantas, vão para os espaço em poucos minutos, causando poluição do ar e do solo, além de matar, os microorganismos”, disse.Fonte: Portal Amazônia

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