
Segundo o engenheiro Valderino Pereira, responsável pela medição do rio que banha Manaus, o comportamento do Rio Negro é semelhante do período da cheia de 2009, quando a cota permaneceu sem alteração durante 15 dias. Mas logo em seguida atingiu a cota história de 29,08m.Apesar da tendência de comportamento do Rio Negro, o engenheiro civil afirma que o monitoramento diário continua e, por enquanto, não há necessidade de executar medidas paliativas em relação aos armazéns situados na área do Porto de Manaus.“Até agora não há problemas nesse sentido. Por isso, não é preciso elevar os assoalhos dos armazéns na proximidade do Porto de Manaus. A manutenção do Porto está mantida”, enfatiza Valderino Pereira.Segundo a Prefeitura de Manaus ao todo, 6 mil famílias em 18 bairros da capital enfrentam os transtornos em áreas atingidas pela cheia histórica.Fonte: G1 Amazonas
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