
O projeto alia também o desenvolvimento econômico com preservação ecológica. Além da proteção do planeta, por meio da conservação e expansão dos recursos florestais, o projeto visa proporcionar às 300 famílias crescimento socioeconômico, investindo na cadeia produtiva da castanha-do-brasil. Para isso, é feito um mapeamento dos castanhais existentes nos 501.771 hectares da Reserva Extrativista do Cajari (Resex-CA), no Sul do Amapá, que se estendem pelos municípios de Laranjal do Jari e Mazagão.A coordenadora de capacitação ambiental do Carbono Cajari, a bióloga Janaina Barbosa, apresentou os dados a representantes dos nove estados da Amazônia Legal durante uma hora. A apresentação explicou ainda sobre a implantação de infraestrutura para transporte e armazenamento, conhecimento da produção, aumento da população de castanheiras e conservação da biodiversidade associada ao ecossistema, melhoria da qualidade e sanidade da castanha, agregação de valor à matéria prima, ocupação de mão-de-obra, comercialização e geração de renda.Indígenas do Amapá levam proposta de preservação florestal à Rio+20Janaina aproveitou para destacar que ao final do projeto será possível quantificar o potencial de emissões (de gás carbônico) evitadas e de sequestro de carbono dos castanhais e do estoque nos solos da região. O Carbono Cajari trabalha em parceria com os Institutos Estadual de Florestas do Amapá (IEF) e Chico Mendes, Escolas Família Agroextrativistas do Carvão e Maracá (EFAEXMA e Efac), além de extrativistas locais.Fonte: Portal Amazônia
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