Começa fase de mapeamento de subsolo no trajeto do monotrilho de Manaus

O trabalho será realizado com a utilização de geradar, equipamento que detecta objetos subterrâneo, como cabos e tubulações.

quarta-feira, 3 de outubro, 2012 - 10:43
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Está prevista para começar na noite desta terça-feira (2) mais uma etapa do processo de implantação do monotrilho de Manaus. O Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) comunicou o início, a partir das 22h, do mapeamento do subsolo de parte do trecho onde o modelo de transporte coletivo será construído. O projeto do monotrilho é um dos Em nota, a Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) da Prefeitura de Manaus afirmou que o trabalho será feito por técnicos do Consórcio MonotrilhoManaus, empresa vencedora da licitação do projeto. Nesta fase, serão mapeadas as áreas das avenidas Constantino Nery e Torquato Tapajós, no trecho entre a Arena da Amazônia e o conjunto Santos Dumont. O trabalho deve durar 90 dias. O trabalho será realizado com a utilização de georadar, equipamento que detecta objetos subterrâneos (cabos, tubulações etc). A pasta negou, no entando, a necessidade de obstrução da via e garantiu que o tráfego vai ser mantido, mesmo com a prospecção. O Consórcio Monotrilho Manaus é composto pelas empresas CR Almeida S.A., Engenharia de Obras Mendes Júnior Trading e Engenharia S.A., de engenharia, além da Scomi Engineering BHD, responsável pelo fornecimento da tecnologia e dos veículos que vão compor o monotrilho. O contrato para construção do monotrilho foi assinado pelo governador do Amazonas Omar Aziz em janeiro deste ano. Ele prevê a implantação de um sistema de monotrilho para a Região Metropolitana de Manaus, denominado “Metrô de Superfície”. A obra, que possui investimentos da ordem de R$ 1,4 bilhão. O projeto O modelo de transporte público utilizado em cidades como Dubai está entre os projetos mais ousados e, ao mesmo tempo, mais criticados de Manaus. O plano é construir 20 quilômetros de trilhos, da zona Norte ao Centro da cidade, pelo valor já aprovado de R$ 1.460.495.221,56. O projeto prevê sete estações, passando por dois terminais de integração com ônibus e BRTs. A construção será dividida em duas etapas. A primeira, com 14 km, ligará a zona Norte por meio do principal corredor viário da Cidade, a Avenida Torquato Tapajós e Constantino Nery, onde está localizada a Arena da Amazônia, ao Entorno da Arena. A segunda etapa, com aproximadamente 7 km, ligará a zona Norte à Leste. Os favoráveis à proposta defendem o modelo como um dos mais modernos do mundo, com capacidade para transportar 200 mil pessoas por dia e com velocidade de até 80 km por hora. Já os críticos afirmam que a obra não atende às necessidades do manauara, demanda verbas em excesso e ainda esbarra na desapropriação do Centro Histórico. Fonte: Portal Amazônia

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