
Eles vão dar um prazo de 15 dias, a partir da próxima segunda-feira (29), para as terceirizadas melhorarem as condições de segurança. A meta é reduzir o número de vítimas fatais no setor que, até outubro de 2012, somou 17 casos de óbitos nas terceirizadas, crescimento de 570%, em relação ao ano passado, conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil (Sintracomec). Segundo o vice-presidente da entidade, Cícero Custódio, o prazo será anunciado durante a reunião que os trabalhadores do setor participarão, na próxima segunda-feira, às 10h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), com as grandes construtoras da capital, responsáveis pela contratação das empresas terceirizadas. Conforme o Sintracomec, a maioria das mortes na construção civil foi ocasionada por soterramento, quedas de alturas elevadas e choque elétrico. O aumento drástico de vítimas fatais levou os representantes do sindicato patronal e do laboral a se reunirem, com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para pedir a adoção de medidas para frear a perda de vidas nos canteiros de obras da cidade. Na ocasião, foi fechado um acordo para aumentar a fiscalização sobre as empresas terceirizadas. Conforme dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), no Amazonas há 130 empresas associadas à entidade. Ao todo, o setor gera em torno de 88 mil empregos diretos. Fonte: Em Tempo
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do...



