Metro quadrado do Amazonas é oitavo mais caro do País, aponta IBGE

Índice Nacional da Construção Civil releva que o amazonense pagou R$ 884,50 por metro quadrado no mês de outubro.

quinta-feira, 8 de novembro, 2012 - 10:16
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. O amazonense pagou, em média, R$ 884,50 por metro quadrado em outubro, de acordo com Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor coloca o Amazonas em oitavo lugar entre os Estados brasileiros mais caros para se construir. O aumento percentual foi de 0,31% frente ao mês anterior e de 4,51% em relação a outubro do ano passado. Já nos dez primeiros meses do ano, o custo da construção civil no Estado acumula alta de 4,35%. Na análise do presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Eduardo Lopes, o segmento conseguiu manter estabilidade do preços e o pequeno acréscimo partiu de reajustes em materiais específicos. “A pedra de seixo, por exemplo, precisa atravessar o rio para abastecer o mercado local. Em função da seca, está difícil para as embarcações trsnportarem o produto, o que provoca um encarecimento no preço final para o consumidor”, explicou. Já os custos com a mão de obra não interferiram no valor final do metro quadrado este mês. “O grande diferencial neste setor ocorre na metade do ano, em função do pagamento do dissídio dos funcionários. No final do ano, não há grandes contratações nem aumentos salariais”, justificou Lopes. Segundo o levantamento do IBGE, o custo da mão de obra apresentou variação negativa no mês (-1,33%) e positiva em relação ao custo de materiais (1,66%). Brasil O País fechou setembro com o custo da construção por metro quadrado estimado em R$ 850,06, sendo R$ 451,20 referente aos materiais e R$ 398,85 à mão de obra. Os gastos com os trabalhadores variaram 0,42% em outubro e 9,79% no acumulado até o décimo mês deste ano. Já os materiais registraram aumento no preço de 0,27% em outubro e de 1,09% no acumulado. Custos regionais Entre as regiões, o Norte anotou a maior variação (+1,91%), seguido do Nordeste (+0,24%), Sudeste (+0,19%), Centro-oeste (+0,18%) e Sul (+0,05%). Os custos por metro quadrado foram: R$ 869,20 (norte), R$ 796,18 (Nordeste), R$ 882,38 (Sudeste), R$ 864,22 (Sul) e R$ 862,68 (Centro-oeste). Fonte: Portal Amazônia

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