
O forte odor causado pela contaminação provocou desconforto respiratório em funcionários da LG. A partir daí, técnicos do Instituto realizaram vistoria no local, percorrendo toda a extensão do igarapé, onde outras empresas que possuem processo produtivo com geração de efluentes industriais estão instaladas.Dentre as empresas fiscalizadas, os técnicos chegaram a proposição de que a Videolar produzia efluentes industriais compatíveis com as características físicas e da substância que atingiu as águas do igarapé. Foram coletadas mostras dos rejeitos gerados pela empresa, bem como da água contaminada, e as análises confirmaram a presença de monômero de estireno, proveniente do processo de polimerização da fábrica.O estireno desprende substâncias voláteis que causam desconforto respiratório às pessoas expostas ao ar contaminado. No caso dos funcionários da LG Eletronics do Brasil Ltda, foram constatados também irritação nos olhos, cefaleia e distúrbio gastrointestinal.Pelo delito ambiental cometido, a empresa recebeu multa de R$1 milhão. Além disso, o Ipaam exigiu que a empresa apresente, até a sexta-feira (29), um plano de ação para reduzir o fluxo de emissões emanadas da rede de drenagem do complexo industrial. Um plano de gerenciamento de resíduos sólidos também deve ser apresentado no mesmo prazo, junto a um relatório circunstanciado do acidente. A Videolar poderá apresentar defesa ao Instituto até segunda-feira (2).Fonte: G1 Amazonas
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do...



