
De acordo com o secretário Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Paulo Rocha Farias, o trabalho de remoção de lixo é permanente, mas que grande parte do lixo aquaviário existente no local é originário de outros cantos da cidade, como os do igarapé do São Raimundo. “O problema ficou mais grave agora por conta do período chuvoso. Com as chuvas fortes, o lixo é arrancado de outros lugares e acaba indo parar na área de embarque e desembarque da Manaus Moderna”, alertou o secretário.O secretário disse também que os donos das embarcações são orientados sobre o destino correto dos resíduos sólidos. “Fazemos um trabalho permanente de limpeza e conscientização. Eles sabem onde ficam as caixas nos quais o lixo deve ser despejado”, ressaltou o secretário.Mas de acordo com o projetista de arquitetura aposentado Erasmo Amazonas, a limpeza da orla começou há apenas três dias. “Começou recentemente, porém são poucas as pessoas que estão trabalhando para limpar o local. São apenas vinte. Não são suficientes para dar conta da orla da Manaus Moderna”.EducandosHá mais muito tempo o bairro Educandos sofre com o problema do lixo. Para o aposentado e membro do Instituto Amazônico da Cidade (Iaci), Toti Rodrigues, a ponte Padre Antonio Plácido de Souza, conhecida como ponte do Educandos, é um dos pontos mais precários. Para ele, a culpa não é só poder público, mas também da população.“Três fatores podem ser considerados principais causadores dessa tonelada de lixo que pode ser observada no centro da cidade: a falta de educação da população, o respeito e o sentimento de gostar da cidade. Se quem mora na cidade, não gosta de onde vive, não vai ter interesse em cuidar dela”.Fonte: Portal A Crítica
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