
De acordo com o diretor técnico comercial da Cigás, Clóvis Correa Junior a obra que vai levar o gás natural para as empresas instaladas no Distrito Industrial segue prioritariamente nos canteiros centrais e nas calçadas, evitando danos nas vias públicas. Nas vias já pavimentas a companhia deverá utilizar o método Furo Direcional sem a necessidade de abrir a vala. “O método é mais caro que o convencional, mas com os ganhos no custo de recapeamento, com a fluidez do trânsito e evitando danos no pavimento, compensam o investimento, que acabam sendo muito menores”, justificou. A Cigás pretende implantar em Manaus o modelo de sucesso implantado pela companhia em outros Estados, que funciona através da criação de um comitê de concessionárias que realizam obras de telefonia, água e saneamento, energia, dentre outras, e que venham fazer intervenção na cidade possam compartilhar o cronograma de obras de seis meses, e negociem para que todos possam realizar seus objetivos em uma única obra. “O objetivo da criação do comitê de concessionárias é evitar: o retrabalho nas vias públicas, danos ao pavimento e problemas de trânsito que já é complicado. A sugestão foi dada, e acredito que tem chance de vingar, principalmente com as prefeituras”, adiantou o executivo. Segundo Correa no âmbito federal já houve reuniões entre a Cigás, Suframa, Seinfra e a construtora responsável pela obra de recuperação das ruas do Distrito Industrial, de modo a otimizar os recursos. “Não faz sentido eles fazerem a obra e depois a Cigás abrir uma vala para levar o gás natural nas indústrias já instaladas”, disse. Fonte: Portal Amazônia.com
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