
Segundo o órgão, já se pode anunciar o final da cheia, baseado também na redução do nível das águas do rio Solimões, que há três dias tem apresentado vazante em ritmo lento de 1 centímetro por dia no porto de Manacapuru (a 79 quilômetros da capital).Assim como o rio Solimões, a cota do rio Negro deve recuar lentamente nos próximos dias, contudo não há como precisar quantos centímetros ele deve baixar por dia. Também, segundo a CPRM não se pode antecipar informações sobre novo repiquete (alterações de subida e descida drástica do nível do rio).Na segunda quinzena de junho e início de julho, o rio Negro baixou e voltou a subir. No dia 16 de junho, a cota máxima alcançada pelo rio Negro foi de 29,48 metros. No dia 17, ele baixou para 29,46 e chegou a 29,45, nos dias seguintes. No dia 27 de julho ele voltou a subir, quando foi registrado 29,46 e chegou a 29,50 metros dia 4 de julho.A cota máxima do rio Negro registrada em maio foi de 29,32, em abril foi de 27,95, em março foi de 26,62, em fevereiro foi de 24,65 e em janeiro foi de 23,33 metros.De acordo com informações da Defesa Civil de Manaus, 16 bairros foram atingidos pela cheia deste ano, prejudicando 3 mil famílias. Elas foram cadastradas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) para receber aluguel social e cestas básicas.Muitos bairros ainda apresentam trechos submersos e o tráfego dos moradores é feito em pontes de madeira. Os bairros atingidos são São Jorge, Educandos, Centro, Betânia, Mauzinho, Tarumã, Raiz, Presidente Vargas, Aparecida, Glória, Cachoeirinha, Colônia Antonio Aleixo, Santo Antônio, Puraquequara, Compensa e São Geraldo.No Centro, duas ruas permanecem interditadas: as ruas dos Barés e a Barão de São Domingos.Fonte: Emtempo.com.br
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