
A assinatura aconteceu na Unidade de Operações e Exploração e Produção da Amazônia (UO-AM), localizada na avenida Darcy Vargas, bairro Chapada, Zona da Centro-Sul da Capital.Cada instituição vai receber até R$ 300 mil, no período de dois anos, para atuar em projetos focados em educação para qualificação profissional, geração de renda e oportunidade de trabalho ou garantias dos direitos da criança. No Estado, quatro projetos são de Manaus, três de Coari, um de Carauari e um Tefé. O restante dos projetos é dos Estados de Roraima, Acre e Pará.Segundo o gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, Armando Tripodi, para participar da seleção, a instituição passa por um processo de tiragem administrativa, avaliação técnica até a escolha dos projetos aprovados. “Para essa seleção pública as inscrições são feitas pela internet e devem ser oriundas de organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos. Depois os projetos passam por diversas analises para chegar aos aprovados”, disse.Ainda segundo Armando Tripodi, essa é a primeira seleção feita aqui no Amazonas e que a Petrobras acompanha todos os projetos de perto. “Nós já tínhamos feito três edições no Sul do país e agora estendemos a todo o Brasil. As atividades são acompanhadas durante toda a implementação e execução dos projetos, mas nós priorizamos mais do que os recursos financeiros, os resultados sociais”.Comunidade em açãoUm dos nove projetos contemplados foi o ‘Comunidade em Ação’, da instituição Womarã – Associação Cultural , Ambiental e Tecnológica da comunidade Jardim Mauá, em Manaus . O projeto tem como principal objetivo tornar os participantes empreendedores de negócios sustentáveis.De acordo com o administrador financeiro da instituição, Thomaz Fagá, cerca de 150 pessoas serão atingidas com o projeto. “Esse projeto visa promover e gerar empregos de renda para as famílias desta comunidade. Quando fomos convidados, construímos coletivamente o projeto. Antes ele era formado por cerca de 30 mulheres que trabalhavam com artesanato em pano e elas queriam profissionalizar esse material. Com o aumento da demanda, acrescentamos o corte e costura e agora com o recurso vamos montar um ateliê”, explicou.Thomaz Fagá acrescentou ainda que cursos profissionalizantes, de empreendedorismo serão oferecidos em parceria com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) para capacitar os comunitários. “Agora em novembro começamos a capacitar 30 homens para a construção do espaço e, a partir de janeiro, 120 mulheres serão capacitadas em corte e costura, artesanato e empreendedorismo”, concluiu.Fonte: Portal Em Tempo
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