Curso de Engenharia Florestal da Ufam ganha selo alusivo aos 30 anos

Na ocasião, ocorrerá a divulgação oficial da Semana de Engenharia Florestal do Amazonas, que contará com a presença de conferencistas do Brasil e do exterior na área florestal, no mês de novembro.

terça-feira, 11 de julho, 2017 - 09:53
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No dia 12 de julho, o curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Amazonas celebrará o dia do Engenheiro Florestal. A cerimônia acontecerá às 11 horas, no auditório Sumaúma, na Faculdade de Ciências Agrárias,  Setor Sul do campus da UFAM. O evento incluirá o lançamento do selo personalizado dos Correios, alusivo ao aniversário de 30 anos do curso. O lançamento do selo contará com a presença do reitor, professor Sylvio Puga; da Superintendente dos Correios no Amazonas, Antônia Rebouças de Oliveira, entre outras autoridades.
     Na ocasião, ocorrerá a divulgação oficial da Semana de Engenharia Florestal do Amazonas, que contará com a presença de conferencistas do Brasil e do exterior na área florestal, no mês de novembro.  
 
A história do curso de Engenharia Florestal da UFAM
 
     O curso completa 30 anos de existência em 2017, tendo sido criado em 1987, na gestão do reitor Roberto dos Santos Vieira. Porém, a história iniciou um pouco antes, ainda em 1974, quando a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) estabeleceu os primeiros contatos com a Universidade Federal do Paraná para a assinatura de um convênio, que deveria culminar com a implantação de um curso de Engenharia Florestal em Manaus.
     Após firmado o acordo, a Ufam enviou, em 1976, os primeiros bolsistas para iniciarem o ciclo profissionalizante em Curitiba. Dava-se, assim, início à preparação dos recursos humanos que iriam constituir um grupo de professores, visando a implantação e o desenvolvimento do curso de Engenharia Florestal na Universidade Federal do Amazonas.
     Entre 1985 a 1989, o Prof. Roberto dos Santos Vieira tomou a iniciativa de implantar definitivamente o curso de Engenharia Florestal na Universidade Federal do Amazonas, que, segundo seu ponto de vista, cobriria uma enorme lacuna existente, no tocante aos compromissos florestais e ambientais da instituição. Auxiliado por professores Engenheiros Florestais, oriundos do convênio com a UFPR, encerrado em 1986, criou no ano seguinte, o curso na Universidade Federal do Amazonas.
     Durante todos estes anos, a Ufam não tem medido esforços, no sentido de promover de forma contínua, a consolidação do curso de Engenharia Florestal e de modo a assegurar a formação de profissionais compatíveis com a demanda deste setor na Amazônia.
O dia do engenheiro florestal
     Dia 12 de julho é comemorado o Dia do Engenheiro Florestal. A escolha da data é em homenagem ao monge italiano São João Gualberto, falecido neste dia no ano de 1073. O monge é reconhecido por sua dedicação à preservação das florestas e ao cultivo de bosques e, assim, foi proclamado o protetor dos engenheiros florestais.
     A profissão é regulamentada pela lei nº 5.194, de 1966, que oficializa o exercício das profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro agrônomo. O CONFEA (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) é o órgão que fiscaliza o exercício da profissão, os campos de atuação e suas competências.
     Por ser um país conhecido pela vasta área verde, o Brasil apresenta um amplo mercado de trabalho para o engenheiro florestal. No setor público, as oportunidades mais atrativas estão nos órgãos de controle e regulação ambiental, na administração de parques e reservas ecológicas, além de uma demanda mais recente na manutenção da arborização urbana e gestão de viveiros florestais. As instituições de ensino e de pesquisa científica também geram muitos postos de trabalho. Já no setor privado, as vagas estão concentradas nas indústrias de madeira, papel e celulose, nas de carvão vegetal, metalúrgicas e fábrica de móveis.
 
Formação profissional
     O bacharelado em engenharia florestal tem duração de cinco anos e oferece um conteúdo fortemente focado nas teorias relacionadas ao tema das florestas: botânica, ecossistemas, fisiologia vegetal, biologia celular e tecnologia de processamento de madeira.
     Disciplinas relacionadas às ciências econômicas e sociais também são lecionadas, habilitando o aluno a gerir recursos naturais de maneira sustentável. Outras habilidades desenvolvidas estão relacionadas à produção sustentável e ao manejo e conservação de recursos hídricos e florestais.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Ufam

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