
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas, representado pelo Grupo de Trabalho da BR-319, percorreu 267 quilômetros da Rodovia da Vida, no último sábado (17). A comitiva liderada pelo presidente do Crea-AM, eng. Afonso Lins, contou com a participação da conselheira federal, eng. pesca Alzira Miranda, do coordenador do GT, eng. civ. Rubelmar Azevedo, do coordenador-adjunto, eng. civ. Marcos Maurício, e dos profissionais: eng. amb. Alan Ferreira, eng. eletric. Aline Pedraça, eng. amb. Daiane Parintins, o assessor técnico do GT, eng. civ. Samyr Rocha, e do assessor parlamentar do Crea-AM, eng. civ. Eliton Monteiro.
O grupo conversou com moradores da rodovia, gravou vídeos, distribuiu bonés e adesivos e, o mais importante, registrou in loco a situação atual da estrada. Inclusive, o KM-267 foi o máximo que foi possível percorrer devido à falta de asfaltamento e as constantes chuvas na região. Um relatório sobre a expedição deve ser preenchido pelo grupo.
O Crea-AM tem sido um entusiasta pela recuperação da rodovia. Em março, o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, participou da reunião virtual do GT da BR-319. Outras autoridades presentes foram o deputado federal Delegado Pablo, os deputados estaduais Serafim Corrêa e Dermílson Chagas, o vereador de Manaus, William Alemão, além do presidente do Confea, eng. civ. Joel Krüger, que participou do início da reunião, e os presidentes de Crea, Neovânio Soares, de Roraima, e Carlos Antonio Xavier, o Carlão, de Rondônia.
Durante reunião do GT, Tarcísio reafirmou que a recuperação de 457 quilômetros da rodovia BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, é um projeto prioritário para o Governo Federal. Segundo Tarcísio, o ministério quer fazer um trabalho que seja “exemplo de sustentabilidade para o mundo inteiro”. “Este trabalho vai estar na vitrine, temos o compromisso de fazer da BR-319 uma referência”.
A repavimentação do trecho já havia sido anunciada pelo Governo Federal mas, mais uma vez, foi suspensa pela Justiça por falta de licença ambiental. Para o ministro, a manutenção de uma rodovia não pavimentada, além de gerar gastos absurdos, é mais danosa ao meio-ambiente.
“Aquele serviço de revestimento primário se perde, a gente tem que expurgar o material movimentado pelo tráfego dos veículos na chuva. Depois explorar novas áreas de jazidas para fazer o revestimento primário. A pavimentação é fundamental, pois teremos um serviço mais perene, acomodando travessias de fauna, fazendo recuperação das áreas degradadas e demandando muito menos material ano após ano”, frisou Tarcísio.
“O Ministro Tarcísio já morou em Manaus e demonstrou tanto tecnicamente quanto pela sua sensibilidade, o empenho do Governo Federal pela recuperação da rodovia até 2022. Com união e espírito público, conseguiremos esta vitória que será não só do Amazonas e do Norte, mas de todo o Brasil!”, destacou o presidente do Crea-AM, engenheiro Afonso Lins.




