
Com pressão do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), dos Conselhos Estaduais (CREAs) e entidades de classe da área, nesta segunda-feira (12), 42 senadores, do total de 81, se posicionaram contra as emendas na medida provisória 1040/21, que prejudica os profissionais do sistema.
Vale ressaltar, que as emendas visam desvalorizar a categoria, uma vez uma delas acaba com o piso salarial dos profissionais, e a outra, afeta diretamente o engenheiro eletricista, excluindo a necessidade de um profissional para a assinatura de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) em instalações de até 140 Kva.
“Cada presidente já conseguiu fazer contato com seus senadores e eles estão entrando em nossas reuniões já externando o apoio ao nosso piso salarial. Ou seja, ele deverá ser mantido, bem como a obrigatoriedade de um engenheiro eletricista em construções equivalentes a quatro andares. A repercussão tem sido muito boa, favorável à engenharia como um todo e nós vamos continuar nesta batalha, neste trabalho árduo que deverá se prolongar por mais duas semanas”, diz Afonso Lins, presidente do Crea-AM.




