
Imagem: Crea-AM
Na primeira sexta-feira de cada mês, acontece a Reunião de Governança Territorial em torno da rodovia BR-319, realizada pelo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) e mediada pelo secretário de Apoio ao Licenciamento Ambiental e à Desapropriação Alex Garcia de Almeida.
Nesta 6ª reunião, foram debatidos temas como o fortalecimento da fiscalização, monitoramento de abertura de ramais, as concessões florestais, além do fortalecimento da gestão das unidades de conservação, destinação de terras públicas federais e zoneamento ecológico-econômico.
Durante os informes da Secretaria, foi mencionada a operação Guardiões do Bioma, coordenada pelo Ministério da justiça, juntamente com os ministérios da Defesa e do Meio Ambiente, que visa reduzir o desmatamento ilegal da Amazônia por ações ordenada por entidades públicas como Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, além da Fundação Nacional do Índio (Funai), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazonia (Censipam). A cooperação também conta com instituições de ações fiscalizatórias como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Com o objetivo de realizar a análise integrada para contribuir com ações de conservação, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) integra o Grupo de Integração para proteção da Amazônia (Gipam) formado por diversas entidades inerentes à proteção florestal, que está atuando na identificação de situações ilícitas, assim como recebimento de denúncias para tomar as ações necessárias contra o desmatamento na região da rodovia BR-319.
A reunião também teve como pauta a apresentação do Observatório da BR-319, ministrada pela Paula Carolina Paes Guarido, do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), apontando tópicos importantes como o mapeamento de ramais em torno da rodovia, a pressão sobre áreas protegidas, florestas públicas não destinadas e categorias fundiárias, finalizando recomendações de ações nos espaços mais afetados pelo desenvolvimento desenfreado dos ramais próximos da BR-319.




