
Imagem: Confea
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 17,3 milhões de pessoas que tem algum tipo de deficiência, representando 8,4% da população.
Entre essa parcela da população, apenas 28,3% possuem idade para trabalhar desenvolver atividades acadêmicas como estágios. Observando essa demanda, o Confea, representado pelo Eng. Civ. e de Seg. Trab. Daniel Faganello, tem acompanhado de perto as medidas tomadas sobre o assunto e as contribuições do Conade – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Defensor há anos da acessibilidade e inclusão, Faganello aposta na sensibilização das pessoas como forma de promover cidadania e diminuir a desigualdade social.
Durante a reunião plenária do Conade para debater planos de ação 2022-2025 com Faganello, um grande desafio é a adaptação de estruturas em prédios históricos afim de viabilizar a acessibilidade para PCDs. “Enquanto engenheiros civis procuramos encontrar meios possíveis para usar edificações, criando acessibilidade para incluir deficientes físicos, auditivos e mentais, obesos, idosos e tantas outras pessoas com mobilidade reduzida”, afirma o engenheiro.
Além de promover acessibilidade em prédios históricos, outro segmento que necessita de atenção, são estacionamentos voltados para pessoas com deficiência. Uma ação foi desenvolvida para conscientização da população e rendeu bons resultados. “A ação foi bem efetiva e motivou o Crea-SC a estender a iniciativa de conscientização para outros municípios, por meio de termo de adesão com as prefeituras”
Fonte: Confea




