Avião movido a hidrogênio: confira a data de teste pela Airbus

Dessa maneira, muito combustível fóssil pode ser evitado e o avião ainda usará uma alternativa mais barata para voar

terça-feira, 14 de junho, 2022 - 13:03

Imagem: Internet

Sendo os mais comuns no meio de transporte aéreo, os aviões movidos a gasolina já são bastante conhecidos pela sua forma de atuar. Eles são os mais convencionais que as principais companhias aéreas utilizam. Contudo, uma novidade surge no mercado: um avião movido a hidrogênio. A empresa Airbus está produzindo um avião movido a hidrogênio com o objetivo de revolucionar as formas de combustíveis.

O que é a Airbus?

A empresa Airbus possui mais de 50 anos de história no mercado das aeronaves. Fora isso, a empresa europeia também possuía quase todo o mercado aéreo de produção. Dessa forma, você pode concluir que ela é uma das maiores empresas da área. Com todo esse tempo no mercado, ela pôde inovar em muitos assuntos usando as pesquisas e testes para renovar o comércio. Dessa maneira, com o passar dos anos, a Airbus colocou várias novidades em suas aeronaves.

Ao mesmo tempo, em que produz aviões para a economia da Europa, a empresa também tem investimentos no Brasil, mas com foco na construção de helicópteros. Fora isso, também tem concentrações nos Estados Unidos, China e Rússia, sendo uma empresa internacional.

Como funciona o avião de hidrogênio?

O avião movido a hidrogênio já tem um calendário esperado para entrar em teste. De acordo com a Airbus, se tudo seguir como planejado, os testes no chão devem começar em 2023 e, em seguida, ir para o comércio até 2035 para operar nas companhias aéreas.

Para que todo esse projeto aconteça com sucesso, a empresa de aviões já afirmou a criação do Centro de Desenvolvimento de Emissões Zero. Essa equipe planeja criar aviões que não soltam carbono no ar e usam a criogenia. Esse novo combustível frio é o foco principal do Centro de Desenvolvimento de Emissões Zero. Então, ele estará em teste para entrar para o mercado o mais rápido possível.

Fonte: Engenharia Hoje

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