
O Banco Central (BC) anunciou, na última quarta-feira (09 de dezembro), a manutenção da taxa básica de juros brasileira, a Selic, em 2% ao ano. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) foi unânime, e a permanência dessa taxa mínima estava dentro das expectativas do mercado.
Sob o cenário de uma possível inflação mais elevada em 2021, o mercado financeiro vem projetando o reinício da alta de juros para meses mais próximos, ainda no 1º semestre de 2021.
Para que serve a Taxa Selic e o impacto dela na economia
O objetivo da taxa Selic é assegurar a estabilidade da economia e evitar a inflação no país, que causa a perda do poder de compra da moeda.
Por isso, quando a economia está aquecida e os preços começam a subir, a Selic fica elevada. Com juros mais altos, fica mais caro tomar crédito – e não só para os consumidores, como também para as empresas e o próprio governo, assim como encarece na hora de usar o cartão de crédito e cheque especial, demais transações bancárias, empréstimos e financiamentos.
Em compensação, com a taxa Selic alta, os investimentos de renda física, que oferecem uma remuneração baseada em juros, geram mais rentabilidade. É o caso dos títulos públicos do governo federal, os Tesouros Nacionais, dos tradicionais CDBs emitidos pelos bancos, das letras de crédito, das debêntures, entre outras opções.
(Fontes: Banco Central, R7 e Infomoney)




