
Haruhiko Kuroda, presidente do Banco de Desenvolvimento da Ásia, fez o anúncio nesta manhã no Riocentro, onde ocorre a Rio+20. Ele afirmou que a iniciativa foca o que chamou de um dos problemas para críticos para o desenvolvimento sustentável, considerando os congestionamentos, a poluição, acidentes e em especial a emissões de gases de efeito estufa.Segundo ele, esses elementos podem representar de 5% a 10% do PIB global por ano. E a expectativa é que até 2035 o setor de transporte se torne o maior emissor de gases-estufa, com 46% das emissões globais, chegando a 80% em 2050.“A Rio+20 é toda sobre implementação. Então vamos implementar juntos esse componente-chave para o desenvolvimento sustentável”, disse. Prioritariamente, o destino do dinheiro deve ser os governos nacionais, mas, segundo Kuroda, governos municipais e o setor privado também poderão requisitado.
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