
A lista inclui dados como nome científico, família e, em alguns casos, a categoria de ameaça de extinção de cada espécie. “Queremos atualizar o conhecimento para poder, por meio dos dados, planejar a conservação biológica e o uso da biodiversidade. A intenção é seguir no mesmo sentido do censo [demográfico] do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], que levanta informações sobre a sociedade, usadas pelos governos para planejar políticas públicas de saúde, educação e transporte, por exemplo”, explicou Ulisses Galatti, pesquisador e coordenador de Pesquisa e Pós- Graduação do Museu Goeldi. Segundo Gallati, a expectativa é que, até o fim do ano, o levantamento inclua levantamentos de outras instituições que pesquisam a biodiversidade amazônica. “Estamos conversando com outros grupos, como universidades e institutos de pesquisa, que atuam na região da Amazônia, para que também forneçam dados oficiais que serão atualizados constantemente”.Fonte: Globo Rural
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