“A grande preocupação do CNJ é reduzir a reincidência dos presos que são libertados. As estatísticas indicam que 80% dos ex-presidiários voltam a praticar crimes. A intenção é qualificá-los e, assim, diminuir esse índice. Reduzir a reincidência é melhorar a segurança pública no país”, disse Erivaldo Ribeiro dos Santos – juiz auxiliar da presidência do CNJ.
O projeto já conta com a parceria de vários segmentos da sociedade como o Senai, Funap-DF, Governo do Estado de São Paulo, Comitê da Copa de 2014, estados e municípios sede de jogos da Copa. Graças a essas e outras parcerias já é possível encontrar na página do CNJ www.cnj.jus.br várias vagas de empregos e cursos ofertados e ocupados por detentos e ex-detentos. “Estamos buscando parcerias com várias entidades públicas e civis. Em face do que representa o Confea, não poderíamos deixar de buscar essa parceria. Com o apoio deste Conselho, abre-se um mercado muito amplo para os ex-presidiários”, prevê Erivaldo.
Em apoio ao projeto, o Confea constituiu um grupo de trabalho coordenado pelo chefe de gabinete, Renato dos Santos Andrade. Um convênio de cooperação técnica como CNJ, deverá ser apresentado ao Plenário de março.
Participaram da reunião o conselheiro federal Etelvino de Oliveira Freitas e o assessor do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, Fábio Costa Oliveira.
Thaís Costa
Assessoria de Comunicação do Confea
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