
De acordo com Chamma todos os profissionais envolvidos já tiveram experiência na gestão pública. Em um ano e meio eles elaboraram os dois projetos que têm conectividade, ou seja, em determinado momento o monotrilho atende os usuários do transporte fluvial que desembarcam na cidade.
O arquiteto mostrou exemplos de sistema de transporte coletivo (monotrilho) existentes em outros países. O projeto para a capital amazonense seria de um anel viário que passaria por todas as zonas de Manaus. O diferencial é que usaria alguns trechos da calha de igarapés como dos Franceses e do 40. O Traçado seria de 41 quilômetros com 29 estações de passageiros e mais 3 estações técnicas.
Em relação aos portos fluviais a idéia é desobstruir o centro histórico criando no atual espaço uma espécie de corredor verde que interligue dois portos, em forma de círculo, com capacidade para atender o embarque e desembarque tanto de passageiros quanto de mercadorias. Segundo Chamma, com o projeto as pessoas poderiam contemplar boa parte da orla do Rio Negro e seriam criados novos cartões postais da cidade.
A palestra durou cerca de uma hora. Os profissionais das diversas áreas ligadas ao Sistema Confea/CREA puderam fazer indagações. O Presidente do CREA-AM, Eng. Civ. Telamon Barbosa Firmino Neto, explicou que para a próxima reunião plenária, que ocorrerá em março, está sendo agendada a explanação do projeto de monotrilho do Governo do Amazonas. “Aqui é casa de todos os profissionais que integram o Sistema e não queremos estar de fora das discussões que envolvem o exercício profissional. Estimulamos estes debates para que os nossos conselheiros possam ter acesso à informação.” Disse Firmino
Assessoria de Comunicação e Mkt do CREA-AM
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