
A construção civil foi responsável pela maior fatia de autuações, com 1.048 infrações, conforme os dados da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Amazonas (SRTE-AM). Em segundo lugar, aparecem as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), com dois casos a menos em relação à construção civil. Em seguida, vieram às empresas de transportes com 546 autos lavrados, depois comércio e serviços com 498 casos de infrações. A falta de carteira assinada foi apontada com uma das principais irregularidades encontradas pela fiscalização. O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Frank Lopes, destacou que o número grande de autuações no setor ocorreu em função das empresas terceirizadas e não cadastradas junto à entidade terem registrados vários casos de irregularidades. “O Sinduscon em parceria com o sindicato dos trabalhadores da categoria está agindo para mudar essa realidade”, salientou. Segundo a SRTE-AM, o número elevado de autuações é reflexo do aumento da fiscalização. Conforme dados da Seção de Inspeção do Trabalho (Seint), um total de 4.427 empresas foi fiscalizado, em setembro, 22,20% a mais do que a quantidade verificada em agosto de 2012. Neste período, a fiscalização verificou a situação de 4.728 trabalhadores, dos quais 463 passaram a ter carteira assinada, devido ao projeto de combate as fraudes da SRTE-AM. FGTS Além do número elevado de trabalhadores sem carteira assinada, as empresas fiscalizadas, no Amazonas, foram autuadas por não estarem recolhendo o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Em setembro, a fiscalização conseguiu obrigar empresas locais a recolher R$ 17,6 milhões em FGTS, 22,22% a mais do que em agosto. Fonte: Em Tempo
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