
O projeto de reforma do zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), previsto para ser um dos pontos de visitação durante a Copa do Mundo de 2014, não saiu do papel ainda. Segundo o secretário-executivo de Administração e Finanças da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Sérgio Citti, a expectativa era de que a reforma fosse feita até o evento, mas isso não é uma condicionante e hoje o empreendimento está em fase de contratação da empresa que irá elaborar o projeto da reforma. Médico da Divisão Veterinária do Cigs, o capitão Carlos Palhares Neto informou que a proposta do Exército era que fossem feitas reformas para melhorar a estrutura existente no local, que é considerada satisfatória para os animais. “O que nós queríamos é que fossem feitas melhorias na acessibilidade, na estrutura elétrica e hidráulica além de lojas de ‘souvenir’ e espaço para uma praça de alimentação para os visitantes”, explicou Carlos Palhares. Idéia prevê mudanças no ‘status’ do lugar De acordo com o capitão Carlos Palhares houve uma conversa com as secretarias do Estado para que fossem feitos os investimentos, mas até o momento o Exército aguarda uma sinalização para saber se as obras serão realizadas. Sobre o valor da obra, estimada em R$ 30 milhões, o técnico da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan), Roney Peixoto, informou que a reforma previa a reestruturação e a transformação do zoológico em um “espaço de estudos da sociobiodiversidade da região voltado para a visitação turística, pesquisa científica e intercâmbio de informações”. Para Sérgio Citti, o valor final da obra só poderá ser estipulado quando o projeto básico estiver pronto. “O andamento do projeto está dentro do prazo”, garantiu Citti. Para Carlos Palhares, o Ministério da Defesa não tem recursos para investir nas obras de reforma do zoológico e portanto espera-se que o Estado faça melhorias no local para que os turistas que visitem a cidade durante a Copa possam aproveitar melhor o ponto turístico. “Não queremos a ampliação até por que não seria justo desmatar a área preservada dentro da cidade, o que se espera são as melhorias”, disse o capitão. Fonte: Acrítica.com
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