
O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM), eng. Afonso Lins, participou da Aula Inaugural do curso de Engenharia Civil promovido pelo Centro de Estudos Superiores de Parintins (Cesp), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Através de teleconferência, Afonso Lins esteve ao lado reitor Cleinaldo Costa na sede da reitoria, em Manaus, enquanto os estudantes lotaram o Auditório da UEA em Parintins.
O processo de implantação do curso teve início em 2017, por meio do então diretor do Cesp, Davi Xavier, e prosseguiu com o atual gestor, Marceliano Eduardo de Oliveira. Segundo a coordenadora do curso, Kattylinne Barbosa, no mesmo ano, uma equipe de professores foi a Parintins verificar as instalações da unidade.
Com início nesta segunda, o curso objetiva formar profissionais capacitados para colaborarem e contribuírem com os anseios da comunidade parintinense e do Baixo Amazonas, que engloba os municípios de Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Nhamundá, São Sebastião do Uatumã e Urucará.
No Vestibular e Sistema de Ingresso Seriado (SIS) 2018 (acesso 2019), foram ofertadas 45 vagas para suprir primariamente as necessidades do município, que apresenta deficiente oferta de serviços de engenharia especializada, onde profissionais qualificados para a realização de infraestruturas básicas não são uma realidade. Mais de mil pessoas concorreram à entrada na primeira turma – número superior aos inscritos em Manaus.
Para o reitor da UEA, Cleinaldo Costa, a abertura do curso no interior do Estado indica o processo de descentralização e democratização do ensino, visto sua extensão territorial, a dificuldade de logística e acesso entre os municípios. Cleinaldo enfatiza ainda, que, considerando a história e a tradição de Parintins, o curso de engenharia e os futuros profissionais da área serão cobiçados pelo mundo.
“É a primeira vez que uma universidade irá formar engenheiros e engenheiras no interior do Amazonas. Os futuros engenheiros formados em Parintins serão profissionais da mais alta competência que muitas organizações de serviços certamente irão demandar pela criatividade, pela coragem e pela vanguarda já conhecida do povo parintinense”, declarou o reitor.




