.jpg)
De Acordo com Vasconcelos, diretor de uma empresa de segurança em Manaus, antes se projetava algo e não pensava na proteção do patrimônio. Atualmente, portarias e entradas possuem sistemas inteligentes de seguranças. “Estão a caminho outras empresas multinacionais e de outros estados que irão mudar o conceito de segurança. Em Manaus existem grandes empresas e escolas que qualificam profissionais, para que prontos a atender aquilo que é exigido”, diz.Com a Lei 7.102 e a portaria 387, do departamento da polícia federal e Ministério da Justiça, o vigilante, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal são qualificados em 160 horas. O diretor ressalta que existe uma portaria a ser alterada para criar o vigilante de grandes eventos. De acordo com Vasconcelos, está para sair o estatuto da segurança privada que poderá haver mudanças no conceito da profissão. “Hoje as escolas estão qualificam muito bem profissionais para atuar em qualquer área do mercado em todas as formações, feitas dentro do parâmetro do conteúdo programático da polícia federal”, comenta.De acordo com o diretor, a segurança patrimonial fez uma mudança radical em termos de qualificação profissional. A profissão exige ensino médio completo. “Como tem vários concursos Petrobrás, Polícia Militar, Guarda Municipal, muitos migraram para essa área, mas o mercado é muito amplo e de imediato se qualificou as pessoas e hoje tem profissionais para o mercado de trabalho”, comenta.Fonte: Portal Amazônia
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do...



