CTNBio aprova uma variedade transgênica de algodão e 2 de milho

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira (16) a liberação comercial de mais duas variedades transgênicas de milho e uma de algodão.

segunda-feira, 20 de dezembro, 2010 - 14:26
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A comissão deu sinal verde para um milho geneticamente modificado desenvolvido pela Monsanto e conhecido como MON 88017, que combina a característica de tolerância ao herbicida glifosato com a proteção contra praga de raiz. “Essa é a primeira tecnologia da empresa para o controle de praga de raiz aprovada no Brasil”, disse a Monsanto, em nota.
A outra semente de milho liberada pelo órgão foi desenvolvida pela Monsanto em parceria com a Dow AgroSciences e combina resistência a insetos com tolerância ao glifosato e ao glufosinato de amônio. “Esse milho combina, via melhoramento genético clássico, três eventos geneticamente modificados individualmente aprovados previamente pela CTNBio”, informa a nota. Não há previsão para o lançamento desses produtos no mercado.
Algodão
A CTNBio aprovou, ainda, o plantio comercial do algodão GHB614, desenvolvido pela Bayer, que tem tolerância ao herbicida glifosato. A empresa espera ter essa tecnologia disponível no mercado até 2012.
“A tecnologia GlyTol foi desenvolvida pela Bayer CropScience para auxiliar o produtor a controlar melhor as plantas daninhas em lavouras de algodão. O Algodão GlyTol é uma linhagem geneticamente modificada, que permite o uso seletivo de herbicida à base de glifosato para o controle das plantas invasoras, que comprometem a qualidade de pluma e produtividade da lavoura”, disse a Bayer, em comunicado.
Com essas aprovações, chega a 27 o número de sementes transgênicas aprovadas pela CTNBio para plantio no Brasil. Dessas, 15 são de milho, cinco de soja e o restante é de algodão.
Fonte: Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA
Ascom CREA-AM

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