O desafio criado pela necessidade de crescimento econômico associado à redução das emissões de carbono foi uma das questões debatidas.
– É razoável imaginar que os ganhos obtidos pelo pré-sal possam ser usados para desenvolver tecnologias para mitigação de emissões – disse Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos
Para o ministro Carlos Minc, a descoberta do pré-sal requer regulamentação.
— Temos que criar rapidamente uma regulamentação porque as emissões do pré-sal serão grandes. Preferíamos outras riquezas, mas descobrimos esta, não vamos ignorá-la.
Na carta, os empresários se comprometem também a incluir como orientação estratégica no processo decisório de investimentos a escolha de opções que promovam a redução das emissões nos processos produtivos e serviços. Para Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon e representante do Fórum Amazônia Sustentável, o encontro foi importante justamente porque o setor privado se comprometeu:
— Criamos, com esta Carta, um mecanismo de cobrança, de transparência.
Co-responsável pelo encontro, o presidente da Vale, Roger Agnelli, está otimista com relação ao papel das empresas. Para ele, o setor produtivo já percebeu a urgência de se mitigar os impactos das mudanças climáticas. Mas ele acha que o governo também precisa mostrar suas metas.
Fonte: Amélia Gonzalez (O GLOBO)
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
A equipe de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do...



