
Na etapa inicial do trabalho, um modelo a diesel da empresa cearense Bom Sinal será transformado em elétrico. De acordo com o engenheiro Celso Novais, coordenador do Projeto Veículo Elétrico (VE), essa fase de estudos deve durar um ano e meio. A segunda etapa terá o mesmo tempo de duração e se destinará à remoção das catenárias, cabos de alimentação externa que são instalados sobre os trens. Além de possibilitar o abastecimento sem fio, a remoção contribui também para reduzir em um terço o valor da instalação do VLT elétrico. A intenção de Novais é utilizar um sistema de abastecimento alternativo, diferentes dos comumente usados nas versões europeias. Por isso serão estudados sistemas sem fio de recarga e de recarga nas paradas. Espera-se que o VLT atinja uma velocidade de 170 quilômetros por hora, em comparação aos 120 da versão a diesel. O mock-up tem capacidade mínima de dois vagões de até 96 passageiros cada, podendo ser configurado para carregar quatro vagões. Com o estudo, se confirmará seu potencial para transporte urbano de passageiros, bem como sua utilização em trechos intermunicipais. Fonte: Revista Tecnhe
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