
Por meio dele ficou estabelecido que serão desencadeadas ações para a melhoria do uso do solo, em especial da pastagem para pecuária, que responde por 0,97% do território do Amazonas (10.482,96 km2). Essa medida serve para evitar a abertura de novas áreas para pecuária e recuperar o pasto com solo exposto, o pasto sujo e o pasto com regeneração natural, que, juntos, representam 37% do total de pastagem do Estado (3.884,75 km2).Segundo a secretária Nádia Ferreira, a estratégia do Estado com o apoio da Faea é o de buscar transformar as áreas de pasto subutilizadas em pasto limpo, por meio de incentivos a novas tecnologias e atividades educativas de promoção e recuperação de áreas. O presidente Muni Júnior destaca que existem várias maneiras de evitar o desmatamento e que elas passam por uma política de cooperação técnica do Estado com a iniciativa privada. “Queremos plantar, cuidar do rebanho e criar riquezas dentro da legalidade e com conhecimento técnico, que nos permita aumentar a produtividade sem haver necessidade de desmatamento. Nesta direção, já desenvolvemos atividades conjuntas com a SDS em Boca do Acre, Lábrea, Manicoré e Apuí, onde os produtores rurais entenderam a importância da sustentabilidade no campo.”Fonte: A Crítica
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
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