Habitação popular é tema de seminário que marca os 10 anos da Lei 11.888

Crea-DF recebeu profissionais e estudantes inscritos no Seminário de “Assistência Técnica em Habitação Social”

quinta-feira, 16 de agosto, 2018 - 09:41
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Anfitrião, o Crea-DF recebeu na quarta-feira (15) profissionais e estudantes inscritos no Seminário de “Assistência Técnica em Habitação Social”, realizado em parceria com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
Entre os profissionais e lideranças classistas, o presidente do CAU, Luciano Guimarães, a presidente do Crea-DF, Fátima Có, o vice-presidente do Confea, Edson Delgado, e os coordenadores  dos Colégios de Entidades Nacionais de Arquitetura e Urbanismo (Ceau), Nivaldo de Andrade, e de Presidentes de Creas, Francisco Almeida, compuseram a mesa de abertura composta ainda pelo secretário executivo do Ministério das Cidades, Silvani Alves Pereira, representando o Ministério das Cidades.
 O evento atraiu cerca de 40 estudantes de duas turmas do 3º semestre do curso de Arquitetura e Urbanismo da UnB.
Incentivadoras da participação no seminário, as professoras Cristiane Guinancio e Ana Flávia Mota acreditam que o seminário ao também tratar de propostas que viabilizem a assistência técnica na construção de casas populares, permite uma participação e interação dos futuros profissionais e desperta a consciência.
“O seminário permitirá que os alunos façam um recorte sobre o a disciplina Habitação, que é complexa e tratada no curso de forma bastante ampla. Aqui, eles podem obter informações que ajudarão a perceber o que dificulta e o que pode ser melhorado e mesmo criado para que a prestação de assistência técnica alcance famílias que têm diversos perfis, tanto socioeconômicos quanto de localização”.
 Ao falar em nome do ministro Alexandre Baldy, Silvani disse que a questão do déficit e da qualidade habitacional “passa pela mobilização das três esferas de governos e também da sociedade”. Ele reconheceu que é “difícil” reordenar cidades que nascem desorganizadas e também disse que nem todas as famílias conseguem atender as exigências da Lei 11.888, como a de continuidade entre a obtenção dos recursos para reforma ou construção de casas populares.
 Fonte: Comunicação Confea

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