
Conheça Aline Pedraça, mulher, mãe, filha, inquieta, prestativa, proativa, empoderada, engenheira eletricista e assistente social, juntou suas duas formações e criou projetos sociais para ajudar os menos favorecidos e trazer melhorarias para o meio ambiente. Entres eles, três se destacam; O projeto da lixeira inteligente, que implantada em locais de lixeiras viciadas tem como objetivo interagir com o público, ensinando-os as boas práticas na máquina de triturar plásticos e pneus; Processo de produção de brinquedos reciclados, que visa ensinar os princípios de engenharia, matemática, física e química; e outro, que também já ganhou destaque, foi o de dança e automação de cadeiras de rodas.
Mais uma mulher que inspira como pessoa e como profissional, incansável, sempre está buscando criar novos projetos e se inserir ainda mais no mercado para continuar tento sua ascensão profissional e desta forma, encorajar outras mulheres. “Para se ter ascensão profissional num mercado tão competitivo e discriminatório é primordial ter consciência das potencialidades individuais, colaborativa e muita persistência”, afirmou Pedraça
A Engenheira vai além de qualquer padrão, assim como qualquer outra profissão, é conduzida pelas habilidades e competências. É um ato de pensar, estudar, projetar, executar e criar soluções para determinados tipos de problemas. “Na engenharia e áreas que outrora eram dominadas por homens, a mulher, com um pensamento mais contemporâneo, vem requerendo otimizar seu efetivo posto sem perder a sua feminilidade e valores éticos.”
Vice-presidente e fundadora da AITAS, Aline quer fazer a diferença como engenheira, se integra nos ambientes de atuação e se insere em diversas atividades para garantir seu espaço e reconhecimento. “Como engenharia procuro fazer a diferença me integrando nos ambientes de atuação, nesse pouco tempo de atividades, já participei como Coordenadora Adjunta no Grupo de Trabalho do Crea-AM, Engenharia Pública; participo da diretoria e sou uma das fundadoras da AITAS (Aliança em Inovações Tecnológicas e Ações Sociais) na função de vice-presidente; participo na diretoria do instituto Joana Galante na função de Coordenadora de projetos e empregabilidade e qualificação profissional, além de participar ativamente na mobilidade da Associação dos engenheiros Eletricistas.”
As profissões de exatas por muitas vezes forma taxadas como “masculinas”, mas esse discurso vem perdendo cada vezes mais espaço e força, abrindo espaço para competência, trabalho duro, persistência e luta. De salto ou de bota, de cabelos feitos ou escondidos embaixo do capacete, unhas pintadas ou por fazer, não importa, a mulher pode ser e fazer o que ela quiser, precisa de coragem e força para seguir seus sonhos. Você, mulher, que tem um sonho, não desista. Se inspire em outras mulheres e corra atrás do que é seu. “Tenho como meta fazer valer a voz da mulher dentro do ambiente de atuação da engenharia, seja no ambiente de trabalho, nas academias, no conselho, enfim, me proponho a trazer para dentro das discussões a visão da mulher empoderada, multifacetada, que não está vinculada a um órgão ou serviço, somente porque tem uma aparência física atraente, mas sim, porque tem bagagem intelectual”, finalizou Aline.
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