Índice que mede a confiança na construção registra queda de 6,9%

Resultado desfavorável pelo segundo mês consecutivo confirma redução da atividade no início do ano

quinta-feira, 7 de março, 2013 - 10:33
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Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança na Construção (ICST) apresentou resultado desfavorável na comparação interanual. O indicador trimestral caiu 6,9% em fevereiro, de acordo com a pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (6). O resultado representa queda de 2,1 pontos percentuais se comparado ao obtido no trimestre terminado em janeiro (-4,8%), confirmando desaceleração da atividade do setor no início de 2013. Com exceção do segmento “aluguel de equipamentos de construção e demolição”, cuja taxa passou de 4,8% em janeiro para 5,1% em fevereiro, todos os segmentos apresentaram desaceleração na comparação interanual trimestral. Os segmentos que apresentaram piora expressiva foram: “obras de acabamento”, que passou de 2,5% para -1,5%; “obras de infraestrutura para engenharia elétrica e de telecomunicações”, de -3,8% para -6%; e “construção de edifícios e obras para engenharia civil”, com variação de -6,8% e -4,6%, respectivamente. De acordo com a FGV, o quesito evolução recente foi o que mais pressionou a queda do Índice de Situação Atual (ISA-CST), que variou -6,6% em fevereiro, frente a -3,4% no mês anterior. Já em relação ao Índice de Expectativas (IE-CST), o quesito de maior influência foi o que mede o otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes, resultando na variação de -5,3%, contra -3% em janeiro. Das 700 empresas consultadas pela entidade, 21,8% registraram aumento de atividade no trimestre, enquanto 16,7% delas, redução. No mesmo período do ano anterior, o índice apresentou 28,3% de aumento e 15,8% de redução. No total, 41,7% das empresas esperam aumento na demanda para os próximos seis meses, resultado 7,8 pontos percentuais inferior ao obtido em fevereiro de 2012, quando 49,5% das empresas tinham previsões otimistas. Já a parcela das que esperam redução ficou praticamente estável, passando de 3,5% para 3,4% do total.Fonte: PINIweb

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