
A operação, segundo o palestrante, exigiu um estudo de campo associado às leis ambientais, fiscalizadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), garantindo a preservação ambiental. O trabalho ocorreu em um ano e meio, entre os anos de 2006 e 2008. Dentre as principais dificuldades enfrentadas neste período, Clébio destacou as condições de acesso precário via BR-319.
Cruzar a Floresta Amazônica é uma tarefa difícil e desafiadora. Daí a necessidade de criar e inovar a tecnologia, levando serviço à população, com a mesma qualidade de trabalho executado em área urbana, afirma. “Desde o início do projeto, conseguimos ampliar a banda de acesso a serviços como telefonia e internet, de 256 Mbit/ s para 2,5 Gbit/ s”, informa.
O engenheiro comenta o orgulho de representar o Amazonas em um Congresso Mundial, mostrando uma tecnologia deste nível. “Este é o único projeto de implantação de link numa Floresta Tropical”, comenta, mencionando a oportunidade de o Brasil apresentar ao mundo as modernidades conquistadas.
Dione Santana
Equipe de Comunicação da WEC




