O estudante Júlio Cedro, do 4º semestre de engenharia de produção, defende o exame de proficiência como uma forma de barrar o ingresso de profissionais incapacitados no mercado. “A gente se preocupa com o futuro da engenharia”, enfatizou Cedro. Já o estudante André Chacon, do Crea Jr do RN, vê o exame com ressalvas. “Particularmente não concordo. É complicado avaliar uma formação tão ampla como a engenharia. Mas, dependendo de como for feito o exame, pode ser uma forma de defender os profissionais”, afirmou Chacon.
Quanto à mobilidade profissional, o presidente eleito da Federação Mundial de Associações de Engenharia, o australiano Barry Grear disse que, diante do interesse crescente de profissionais em trabalhar fora do seu país de origem, a regulamentação dessa situação é imprescindível. “Só na Austrália, há cerca de 40 acordos internacionais sobre o assunto. Com a internet e softwares usados em todo o mundo, é possível, inclusive, que um projeto seja concebido num país e executado em outro”, ressaltou Grear.
O coordenador Nacional do Fórum, Marcel Ribeiro, ressaltou a importância dos debates para que os novos profissionais possam inserir-se no Sistema. “Espero que possamos levar para nossas bases informações sobre cada um desses temas”, disse, na abertura do Fórum.
Equipe de jornalismo da SOEAA
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