O documento tem o propósito de trazer os parâmetros do setor para balizar a formulação da política estratégica mineral do Brasil para os próximos 20 anos, inclusive já trazendo uma previsão de investimentos para o setor, que, de acordo com o ministro Edison Lobão, será de US$ 350 bilhões. Segundo o ministro, o setor mineral é parte importante dos avanços que o Brasil vem alcançando nos últimos anos. “Há 40 anos o Brasil ocupava a 48ª posição no ranking das maiores economias do mundo. Já somos a oitava e estamos caminhando para a conquista da quinta posição no mundo”, destacou.
Ao detalhar o Plano, que vinha sendo formulado desde 2007, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Claudio Scliar, lembrou que, sob o aspecto político, o documento não é deliberativo. “O Plano é constituído de ideias e diretrizes gerais. A política de mineração será formulada e efetivada por meio de projetos de lei, necessários ao disciplinamento do setor”, ressaltou.
De acordo com Scliar, hoje o Brasil tem uma elevada exportação de minério bruto equivalente a 680 mil empregos exportados. “É necessário que façamos uma grande reflexão diante desse cenário”, alertou. Ainda sobre cenários, o secretário destacou que das incertezas críticas existentes, o Brasil precisa responder umas questão: será que o país será capaz de superar os atuais gargalos na oferta de bens minerais e produtos transformados?
O “cenário da mineração” será um dos pontos de pauta do Encontro de Lideranças do Sistema Confea/Crea. Veja a programação completa do evento no site dop Confea.
Fonte: Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – Confea
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