
O processo de construção do plano, Silmara explicou, também conta com conselhos das profissões que integram o processo, como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o Conselho de Assistência Social e o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). “Ressalto que o primeiro conselho a buscar parceria e demonstrar coletividade com o projeto foi o Confea. O programa quer cruzar tudo, plano de saneamento, plano ambiental, plano diretor. Isso tudo foi iniciado durante uma conversa com vocês”, contou. Dados Durante a exposição, Silmara apresentou os números que justificam a importância do Confea no plano. Segundo dados que ela apresentou, de 40 a 50% do que é retirado da natureza são destinados para a construção civil. Desses, 97% são para cidades, sendo que 27% retornam em forma de resíduo. “Só superaremos o desafio da sustentabilidade nas cidades qualificando o processo de gestão nos municípios. Definir o uso do território urbano com o plano diretor é uma orientação, um princípio, que não é possível ser seguido por mágica. É preciso compreender a lógica das cidades, limitações ambientais, dinâmicas econômicas e como as pessoas querem viver – no geral, as pessoas preferem os espaços urbanos”, pontuou. De acordo com dados da ONU, apresentados por Silmara na ocasião, em 2050, 89% da população da América Latina viverá em cidades. No Brasil, para 2030, essa relação será de 90%. Atualmente no país, 28% da população que vive em cidades está em situações precárias. Fonte: Confea
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