
Produzidos a partir de uma variedade de materiais contaminantes e matéria prima extraída da natureza, muitos smartphones e computadores que não mais funcionam tem como destino o lixo comum. E é aí que estes produtos podem vir a ser um grande perigo par ao meio ambiente.Para Neuci Frade, coordenadora técnica do CEDIR(Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática da USP), o descarte incorreto é resultado da desinformação dos consumidores.Ela lembra, contudo, que há uma lei federal em vias de implementação e que diz que a responsabilidade sobre o descarte deste tipo de material é também de quem o compra.E haverá multas para quem não fizer a destinação correta. Quem mora em São Paulo (SP), tem em mãos algumas alternativas para fazer o descarte correto. O próprio CEDIR, por exemplo, recebe entre 8 e 12 toneladas por mês de lixo eletrônico, dos quais 20% são levados por pessoas físicas, enquanto o resto pertence a própria USP.FONTE: Revista Exame
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