
Desde março de 2010 são realizados estudos, numa área de 6 mil Km de extensão, sobre a relação das análises das taxas de variação do aumento da temperatura do interior da Terra com a profundidade, chamados de gradientes térmicos. O estudo nesta área que abrange as Bacias Sedimentais da Região Amazônica, Acre, Solimões, Marajó, Amazonas e Barrerinha, incentivaram as pesquisas sobre o movimento de águas subterrâneas no rio Amazonas. Segundo Elizabeth Pimentel, foi possível concluir que há uma movimentação de águas que corre, na vertical, numa profundidade de 4 mil metros, aproximadamente, e outro na horizontal. E que este fluxo pode está sendo alimentado por outro, de menor profundidade. “O fluxo em 4 mil metros de profundidade pode ser alimentado por toda água que provem da superfície: águas das chuvas, águas dos rios e também dos aqüíferos”, afirmou. Para o Superintendente do Serviço Geológico do Brasil no Amazonas (CPRM), geólogo Marco Antônio Oliveira, a novidade atribuída a pesquisa é método utilizado que mede a temperatura da água em profundidade. ” atribui ao atrito da água passando pelos poros das rochas, com isso ela pode mensurar a quantidade de água existente e a direção de que esta água fluía, neste caso para o oceano,” ressaltou Marco Antônio. Serão feitos trabalhos de campo para recolher amostras de águas locais. Os próximos passos é obter dados geológicos da área de estudo.Fonte: G1 Amazonas
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