
Desse total, R$ 7 bilhões serão disponibilizados via crédito agrícola por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Plano Agrícola e Pecuário. O restante será destinado para ações específicas, como qualificação e promoção de assistência técnica e extensão rural, desenvolvimento e disponibilização de inovações tecnológicas e ampliação do acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Segundo o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Valter Bianchini, o Brasil Agroecológico quer o desenvolvimento de uma agricultura específica em cada bioma onde os produtores estão inseridos. “Você não consegue, por exemplo, trabalhar o desenvolvimento de um modelo de agricultura do semiárido para a Região Norte, pois são ambientes totalmente distintos, com clima diferenciado”, exemplifica o secretário. Apesar de não ter um recorte oficial por biomas, o Brasil Agroecológico pretende valorizar as culturas regionais. “A agroecologia é a agricultura baseada nas condições ecológicas da região. Essa proximidade do ambiente local é que define o processo de agricultura sustentável”, explica Bianchini. O plano vai concentrar 125 ações de dez ministérios para atingir as metas estipuladas e terá quatro eixos estratégicos:produção, conservação de recursos naturais, conhecimento e comercialização. Com isso, agricultores familiares terão facilidade no acesso a políticas públicas, como os R$ 2,5 bilhões disponibilizados nacionalmente por meio de crédito rural.Fonte: Revista Globo Rural
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