
O evento está acontecendo na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), nesta segunda-feira (9). A programação inclui a mesa de abertura com a participação de especialistas do Ministério das Cidades e da Agência Nacional de Águas (ANA), parlamentares e organizações da sociedade civil, além de autoridades estaduais e municipais.Os temas das palestras serão: importância das florestas na conservação dos recursos hídricos; águas superficiais: estado de conservação, riscos e vulnerabilidades; padrões e qualidade da água na Amazônia e; saneamento básico e sustentabilidade dos recursos hídricos.Palestrantes de renome nacional vão participar do evento, como o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Sérgio Bringel; o professor e pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Energia, Meio Ambiente e Água da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Tito Borges; o superintendente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Marco Antônio Oliveira; e o professor e pesquisador da Uninilton Lins, Sérgio Nozawa.A deputada estadual Conceição Sampaio (PP), uma das entusiastas do evento, conta que o fórum teve origem por iniciativa da deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM) e que a intenção inicial era reunir as três casas legislativas para realizar uma ampla discussão sobre a questão da água, no qual o então vereador Marcelo Ramos (PSB), agora deputado estadual, e ela própria, se integraram.“Nós sabemos que apesar de estarmos dentro da maior bacia hidrográfica do mundo, nas zonas Leste e Norte de Manaus ainda há algumas milhares de famílias sem água potável”, alerta a deputada.Para ela, o fórum vai ao encontro de discussões semelhantes dentro da temática do meio ambiente no Brasil e no mundo. “Nesse ano teremos a Rio +20, em que o mundo todo estará discutindo o meio ambiente. E não dá pra falar de meio ambiente sem falar de Amazônia e não dá pra falar de Amazônia sem falar de água”, acredita a parlamentar, que destaca o problema dos mananciais na cidade.“Com pouca água, as pessoas são levadas a fazer cacimbas e poços sem a devida orientação e isso pode comprometer o solo da cidade, como acontece hoje na Cidade do México”, alerta. Fonte: Portal A Crítica.
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