Revitalização da Djalma Batista vai custar R$ 15 milhões

O projeto que vai dar uma nova roupagem à avenida Djalma Batista, uma das principais via de escoamento de tráfego de Manaus, vai custar cerca de R$ 15 milhões aos cofres público e têm o início das obras previsto para o fim de julho, com o término estimado para maio de 2014.

quarta-feira, 3 de julho, 2013 - 14:34
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O anúncio foi feito ontem (2) pelo prefeito de Manaus, Artur Neto, durante reunião com os lojistas a serem atingidos pelas mudanças, na Prefeitura de Manaus, bairro Compensa, Zona Oeste. A proposta do projeto é revitalizar e reurbanizar a avenida por meio da construção de passeios públicos, novas iluminações, arborização, paisagismo, além da regularização de estacionamento, um dos principais problemas no local e que se encontra no topo da lista de reclamações. O projeto inclui, também, a ampliação em até três metros de calçada da boulevard Álvaro Maia até o Amazonas Shopping, inicialmente. Dependendo apenas de processo licitatório para uma data exata do início, as obras do projeto ‘Nova Djalma Batista’ são consideradas pela prefeitura como de urgência. “A avenida está muito deteriorada e precisa ser revitalizada para representar a cara da cidade que nós desejamos”, explicou o prefeito Arthur Neto. De acordo com o diretor do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), Roberto Moita, um estudo está sendo realizado para verificar como os empresários terão que agir durante as obras. “Vamos avaliar no processo de ordenamento e fiscalização se esses imóveis ocuparam, de fato, a rua ou se eles têm legitimamente o documento de propriedade conforme a medida do terreno. Então vai ser uma questão de desocupação ou desapropriação”, afirmou. Para o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojista (CDL-Manaus), Ralph Assayag, a proposta é de grande valia, contudo é preciso sofrer algumas adequações. “Tem alguns lugares que a calçada tem que ter três metros de largura, porém o empresário que tem um prédio, por exemplo, não vai ter como derrubar um empreendimento inteiro por causa de 60 centímetros”, comentou. Um levantamento prévio do Implurb aponta que cerca de 125 propriedades estão em situações que precisam passar por readequações. As interdições estão em estudo e ainda não há datas para as mudanças, porém o Implurb adiantou que as obras devem ocorrer por partes, visando minimizar o transtorno no trânsito. Fonte: Em Tempo

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