Roraima tem o metro quadrado mais caro da Região Norte

O Índice Nacional da Construção Civil avaliou os custos nas 27 unidades federativas brasileiras durante o mês de julho

segunda-feira, 13 de agosto, 2012 - 09:05
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou o Índice Nacional da Construção Civil referente ao mês de julho de 2012. Entre os dados apresentados pelo Instituto, o Estado ao extremo norte brasileiro, Roraima, apresentou o metro quadrado (m²) mais caro neste período analisado. De acordo com os resultados apontados, o metro quadrado em Roraima está custando em média R$ 907,23. Nos últimos 12 meses, o metro quadrado no Estado apresentou um crescimento médio de 6,75%. Somente entre os sete primeiros meses do ano, o crescimento foi de 2,75%. Em segundo lugar na lista dos estados da Região Norte com o metro quadrado mais caro está o Acre. No Estado, o levantamento apontou o preço médio à R$ 892,43 pelo metro quadrado na construção civil. No último ano, a variação de preço teve um crescente de 2,18%. Logo abaixo aparece o estado de Rondônia com preço médio em R$ 891,16. Rondônia foi o estado que apresentou a maior variação de preço, com um crescente de 8,19% no último ano. Só em 2012 o disparo marcou o aumentou de 7,37% no preço final por metro quadrado. Estados do Norte em vantagem Os dados do Sinap apontam também os estados que mantiveram na construção civil o metro quadrado mais barato entre os estados do Norte brasileiro. O Amapá fechou o mês de julho com média de R$ 796,45. Na sequência está o Pará com média de R$809,78; Tocantins com R$851,71; e o Amazonas com R$ 859,82. O custo nacional da construção por metro quadrado, que em junho havia sido de R$ 836,06, em julho, passou para R$ 838,46, sendo R$ 447,59 relativos aos materiais e R$ 390,87 à mão de obra. A parcela da mão-de-obra apresentou uma variação de 0,54%, ficando 0,78 ponto percentual abaixo do mês anterior (1,32%). Os materiais também recuaram, registrando uma diferença de 0,09% ponto percentual ao passarem de 0,16%, em junho, para 0,07%, em julho. Os dados são calculados mensalmente pelo IBGE através de um convênio com a Caixa Econômica Federal e o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinap). O Sistema foi criado em 1969, com o objetivo de produzir informações sobre os custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando à elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos no setor da Construção Civil.Fonte: Portal Amazônia

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