SDS registra redução no número de focos de calor no Amazonas

Os focos de calor representam menos 1.733 dos registrados no ano passado, quando foram feitas 3.898 ocorrências. As informações são do Centro Integrado Multiagências do Amazonas (Ciman-AM), criado em agosto pelo Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.

sexta-feira, 23 de setembro, 2011 - 14:48
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O Amazonas registrou, até setembro deste ano, 2.165 focos de calor, de acordo com relatório do Centro Integrado Multiagências do Amazonas (Ciman-AM), criado em agosto pelo Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Com os dados, é possível monitorar também os focos de queimadas e incêndios florestais no Estado. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 3.898 ocorrências, representa menos 1.733 focos de calor no Amazonas,  No ranking de maiores ocorrências estão os municípios de Apuí, com 225 focos, Lábrea com 215, e Boca do Acre, com 190. Completam a lista, Manicoré com 177, Humaitá com 155, Novo Aripuanã com 148, Maués com 117 e Canutama com 144 focos. De acordo com o secretário adjunto da SDS, Hamilton Casara, a secretaria já estuda a possibilidade de criar no projeto de ações de 2012 mais dois centros de monitoramento, em Boca do Acre e Humaitá. “Os maiores índices estão na região Sul do Amazonas, e a criação de mais duas unidades em pontos estratégicos dará maior celeridade ao combate dessas queimadas”, explica. Em pouco mais de dois meses, o Corpo de Bombeiros já treinou 273 brigadistas nos municípios onde foram registrados os índices de focos de calor, além de Rio Preto da Eva, Novo Aripuanã, Careiro Castanho, Autazes, Caapiranga, Manaquiri, Careiro da Várzea, Novo Airão, Manacapuru, Tefé. No final do mês será formada a turma de brigadistas de Itapiranga. “Nós estamos intensificando as ações nos municípios que possuem atividade de pecuária e agricultura mais intensa, como Boca do Acre e Humaitá, por exemplo. Mas todo o Estado será atendido”, explica o tenente dos Bombeiros, J. Wilson, responsável pela coordenação dos cursos de formação das brigadas de incêndio. Segundo Hamilton Casara, a diminuição na quantidade de focos de calor está relacionada diretamente com o trabalho intensivo de combate à incêndios no interior, além da criação da central de monitoramento e das brigadas do Corpo de Bombeiros. “Onde a gente verifica que há o foco, e após o reconhecimento do local através do vôo de helicóptero, se constatado que há fogo, a equipe imediatamente desce e inicia o combate ao incêndio”, explica.Fonte: Portal D24am

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