
Em 2011, foram 571.302 gigawatts-hora (GWh), alta de 3,6% sobre 2010. Ao todo, foram 507.116 de energia renovável, um crescimento de 6,5%. A energia não-renovável apresentou queda de 14,8%.Embora ainda tenha pouca participação, um dos destaques é a fonte eólica, cuja geração totalizou cerca de 2,7 mil gigawatts-hora (GWh) em 2011. A expansão da produção através dos ventos alcançou 24,2% sobre 2010. A maior participação é da fonte hidráulica, com 428,6 mil GWh e crescimento de 6,3%.Segundo o documento, foi registrada redução na produção de bioeletricidade a partir da biomassa da cana-de-açúcar.Com relação a oferta interna (total da energia demandada no país), o crescimento ano passado foi de 1,3% em relação a 2010, atingindo 272,3 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (tep).Nesse caso, os resultados preliminares do balanço apontam que permaneceu praticamente estável a participação das energias renováveis, que manteve-se no patamar de 44,1% (120,2 milhões de tep), “muito acima da média mundial de 13,3% segundo a AIE”, destaca a EPE.A EPE diz, ainda, que a pequena variação entre 2010 e 2011 reflete as restrições na oferta da biomassa da cana, muito em função da queda de 9,8% na safra.“A diferença de 43,7 milhões de tep entre a oferta interna de energia e o consumo final está associada às perdas e aos processos de transformação da energia primária em energia secundária (como nos usos destinados à geração de energia elétrica ou à produção de derivados de petróleo)”, diz a EPE, na nota.Fonte: G1
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