
A auditoria buscou verificar se a gestão das UCs está sendo realizada de modo a contribuir para o melhor aproveitamento econômico, social e ambiental dessas unidades e o alcance de suas finalidades, como controle do desmatamento na região, conservação da biodiversidade, pesquisa, exploração sustentável, visitação e turismo. A conservação da Amazônia está incluída em diversos acordos e tratados internacionais, pois além de possuir 1/5 da água potável do planeta, representa 1/3 das florestas tropicais do mundo, exercendo fundamental papel na redução da emissão de gases de efeito estufa, como o gás carbônico. O efeito estufa pode levar ao aquecimento global e impactar mudanças no clima. Para avaliar as unidades, o TCU criou um índice de implementação e gestão das áreas protegidas, o que permite a classificação das unidades em vermelho, amarelo e verde, respectivamente, baixo, médio e alto grau de implementação e gestão. Foram considerados aspectos como plano de manejo, recursos financeiros e humanos, monitoramento da biodiversidade, estrutura física e fiscalização. O trabalho foi realizado, entre 2012 e 2013, pelo TCU em parceria com nove tribunais de contas estaduais da Região Norte, entre eles Amazonas, Maranhão e Mato Grosso. O relator é o ministro-substituto Weder de Oliveira. Fonte: Portal D24am
CREA-AM intensifica fiscalização no Festival de Parintins e reforça segurança das estruturas e valorização da engenharia
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