
Padua lembrou que, entre 2004 e 2010, havia fatores que não deixavam dúvidas sobre a atratividade do setor, como o desenvolvimento da frota de veículos flex, a expectativa douso do etanol pelo mundo e a condição remuneradora dos preços. A crise financeira global de 2008 mudou as condições do setor e derrubou os investimentos. “Hoje, não temos novos financiamentos por insegurança dos empresários”, disse. Segundo o executivo, uma das dúvidas existentes é se outros Estados seguirão o exemplo de São Paulo (em 2004) e reduzirão o ICMS sobre o etanol. “Tirando São Paulo, o consumidor paga mais tributos no etanol no que na gasolina.” Ele vê a necessidade de criação de uma política pública diferenciada para o setor. “Políticas públicas têm de fazer com que as metas indicativas se tornem realidade.” O executivo participa nesta quinta-feira (28/6) do Sugar & Ethanol Summit – Brazil Day, evento realizado em Londres e promovido pela Datagro e pelo governo brasileiro.Fonte: Globo Rural
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